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Pontos importantes sobre a redução de mamas

A redução de mamas é um dos procedimentos mais populares da atualidade. Indicada para cuidar de problemas causados por mamas muito grandes, como dores nas costas e na coluna, a mamoplastia redutora alivia essas complicações, proporcionando um tamanho mais confortável para a mulher. O procedimento também traz o benefício de se obter uma aparência mais saudável, jovem e simétrica. (Para saber mais sobre as técnicas cirúrgicas de redução de mamas, acesse nosso infográfico).

Neste artigo, procuro abordar os questionamentos mais recorrentes sobre a cirurgia, na tentativa de orientar mais pessoas que se interessam sobre o tema.

Em primeiro lugar, a mulher que quiser fazer uma mamoplastia redutora deve estar dentro do seu peso ideal, para que o resultado seja harmônico em relação à sua silhueta. Além disso, a variação de peso pode interferir no formato das mamas. A mama é formada, principalmente, por glândulas e tecido gorduroso. As glândulas não voltam a crescer após a cirurgia, mas a gordura pode se acumular novamente caso a paciente tenha ganho de peso.

Uma das perguntas mais frequentes que recebo no consultório é: se o procedimento retira as glândulas mamárias, vou poder amamentar?

Em alguns casos extremos, que chamamos de gigantomastia, e naqueles em que precisamos retirar o mamilo completamente para reposicioná-lo, a amamentação pode ficar prejudicada. Felizmente, na grande maioria dos casos, a amamentação acontece normalmente depois da cirurgia. Isso porque as glândulas não são totalmente retiradas no procedimento, e a mulher continua sendo capaz de produzir leite.

O tempo também é um fator importante neste quesito. Em geral, quanto mais tempo tiver passado depois da cirurgia, mais fácil será lactação. Por isso, é necessário informar ao médico o desejo de ter filhos, dessa forma, ele escolherá a técnica cirúrgica mais adequada. Para mulheres que têm filhos, a amamentação deve ser interrompida pelo menos dois meses antes da cirurgia.

Outro ponto importante é a sensibilidade. Muitas mulheres temem perdê-la depois da cirurgia. Por causa das mudanças que as mamas sofrem depois de um procedimento como esse, é comum acontecer alguma alteração na sensibilidade. Mas é raro que esse efeito seja definitivo. Na imensa maioria dos casos, a perda da sensibilidade é mais intensa no início, e tende a diminuir com o passar dos primeiros seis meses, até voltar completamente ao normal.

E não podemos nos esquecer do pós-operatório, pois este é um momento de extrema importância. É fundamental que a paciente cumpra corretamente todas as instruções do cirurgião para essa etapa, especialmente o repouso. A volta ao trabalho e a retomada das atividades físicas só podem ser autorizadas pelo médico. Além disso, é preciso respeitar a maneira correta de dormir, sentar e se movimentar nos primeiros dias depois da cirurgia. Esses cuidados são essenciais para a cicatrização e recuperação da paciente.

Por fim, é sempre bom lembrar que a conversa com o cirurgião e o esclarecimento de todas as dúvidas são essenciais para se obter uma cirurgia plástica de sucesso, além de respeitar, também, as necessidades do pós-operatório, ajudando, assim, a garantir melhores resultados. 

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