Se você amamentou e agora olha no espelho sentindo que suas mamas mudaram, saiba que você não está sozinha. Essa transformação é uma das queixas mais comuns entre mulheres que passaram pela gestação e amamentação.

A perda de volume, a flacidez e a sensação de que os seios "murcharam" são frustrações reais, e impactam a autoestima e a relação com o próprio corpo. A boa notícia é que existem soluções, e entender qual procedimento pode se encaixar no seu caso faz toda a diferença.

Vamos explicar quando a prótese de mama após a amamentação é suficiente e quando é necessário associar outros procedimentos para recuperar o formato natural das mamas.

 

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Como a gestação e a amamentação mudam as mamas?

Durante a gravidez e a amamentação, as mamas passam por transformações significativas em cada trimestre.

  • No primeiro trimestre: os seios ficam mais sensíveis, doloridos e aumentam de tamanho devido às alterações hormonais, muitas vezes, esse é um dos primeiros sinais da gestação.
  • No segundo trimestre: as glândulas mamárias começam a produzir leite, os mamilos e aréolas escurecem e aumentam. Podem aparecer coceira e estrias devido ao crescimento rápido dos seios.
  • No terceiro trimestre e após o parto: os seios podem ficar pesados, doloridos e ocorre a descida do leite. Durante toda a amamentação, as mamas se adaptam constantemente à produção de leite.

O grande impacto acontece porque, entre o fim da gravidez e o pós-parto, as mamas aumentam muito de volume. Esse crescimento causa uma distensão no ligamento suspensor do seio. Como um elástico que se estica demais, ele se retrai, mas não volta completamente ao estado anterior.

 

A mama volta ao normal depois da amamentação?

A resposta sincera é: depende. Cada corpo é único e reage de forma diferente ao fim da amamentação. A tendência é que os seios passem por mudanças depois do desmame, mas nem sempre isso significa voltar a ser como eram antes da gravidez.

Tudo vai depender de fatores como:

  • Genética e elasticidade natural da pele;
  • Duração da amamentação;
  • Idade e número de gestações;
  • Cuidados durante e após o pós-parto.

A mama que nunca lactou geralmente tem mais tecido glandular e é mais firme. Quando a mulher amamenta, esse tecido passa a ter uma textura de gordura. Por isso, é esperado que o seio fique mesmo mais flácido.

Após o desmame, os seios levam cerca de três meses para regredir a um tamanho semelhante ao que tinham antes da gravidez, mas a firmeza e o formato podem não ser os mesmos.

 

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A prótese de mama recupera o volume e firmeza após a amamentação?

Sim, a prótese de mama após a amamentação pode recuperar o volume e a firmeza, mas nem sempre ela é suficiente sozinha. A escolha do procedimento depende do grau de flacidez e da quantidade de pele excedente que você apresenta.

Casos em que somente a prótese resolve o problema

O uso exclusivo da prótese de mama (mamoplastia de aumento) é suficiente para restaurar o volume e a firmeza em casos específicos:

Critérios para usar apenas a prótese:

  • Flacidez leve: Pequeno excesso de pele que pode ser preenchido e esticado com o volume do implante;
  • Posição adequada da aréola: O mamilo e a aréola estão localizados acima do sulco mamário (a dobra abaixo da mama);
  • Principal queixa é perda de volume: Você tinha mamas de tamanho médio ou pequeno e a principal insatisfação é o esvaziamento;
  • Ausência de flacidez severa: Não há queda acentuada que exija remoção de pele.

Nesses casos, a prótese por si só devolve o volume, preenche a pele e proporciona um contorno harmonioso, restaurando a confiança e a feminilidade.

 

Saiba mais sobre a mamoplastia de aumento

 

Casos em que é necessário associar mastopexia

Quando há flacidez significativa, grande excesso de pele e/ou o mamilo está posicionado abaixo do sulco mamário, apenas a prótese não resolverá o problema. A prótese dá volume, mas não levanta a mama de forma eficaz se houver flacidez acentuada.

Nesses casos, é necessária a combinação da prótese com mastopexia (lifting de mamas), que envolve:

  • Remoção do excesso de pele;
  • Reposicionamento do tecido mamário;
  • Elevação da aréola para uma posição mais jovem;
  • Resultado em cicatrizes maiores, mas com formato muito mais harmonioso.

Assista esse vídeo do Dr. Ricardo Silveira sobre o procedimento

A mastopexia sem prótese é geralmente escolhida por mulheres com mamas maiores, pois a retirada do excesso de pele já reduz o volume. Já a mastopexia com prótese compensa o volume perdido, sendo ideal para seios menores.

É recomendado aguardar pelo menos seis meses após o término da amamentação para que as mamas retornem ao seu estado natural e o planejamento cirúrgico seja mais preciso.

 

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Como escolher o cirurgião para recuperar volume e firmeza pós-amamentação?

A escolha do cirurgião plástico é decisiva para o sucesso do seu procedimento. Verifique se o profissional é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), essa certificação atesta que ele tem o título de especialista e todo o conhecimento necessário para realizar o procedimento com segurança.

Aspectos importantes a avaliar:

  • Especialização específica em mamoplastia;
  • Experiência e número de procedimentos realizados;
  • Feedback e depoimentos de pacientes anteriores;
  • Infraestrutura da clínica e normas de segurança;
  • Empatia e atenção durante a consulta inicial.

O Dr. Ricardo Silveira é membro titular da SBCP, ASPS e ISAPS, atende mulheres em Ribeirão Preto com abordagem personalizada e estrutura moderna.

Durante a consulta, ele esclarece todas as dúvidas de modo prático e transparente para que você se sinta confiante e acolhida.

 

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O que esperar do resultado final?

Os resultados definitivos podem ser observados após 12 meses, período que leva para a cicatrização completa do procedimento.

É importante saber que a mastopexia não impede o processo natural de envelhecimento, e pode haver reincidência na queda das mamas dependendo do grau de elasticidade da pele e de grandes oscilações de peso.

Manter hábitos saudáveis, peso estável e usar sutiãs adequados ajuda a prolongar os resultados e preservar o formato conquistado.

 


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